Câncer de Mama

Informações Gerais
O câncer de mama é o tumor maligno mais freqüente no sexo feminino, estando entre as principais causas de morte em mulheres nos países ocidentais.

Em linhas gerais, resulta da multiplicação celular no interior do ducto mamário de forma exagerada e desordenada, que invade os tecidos normais que o cercam, podendo comprometer outros órgãos se as células cancerosas atingirem a circulação sanguínea ou linfática – processo conhecido como metástase.

Como se não bastasse o risco de se disseminar pelo organismo, o câncer de mama também desencadeia efeitos psicológicos importantes na mulher, por afetar a percepção de sua feminilidade e sexualidade. Embora possa ocorrer em homens, a doença acomete sobretudo a população feminina acima dos 40 anos, sendo que o risco de adquiri-la aumenta com o avanço da idade.

No Brasil, o número anual de casos diagnosticados tem chegado a 50 mil, segundo o Instituto Nacional do Câncer(INCA).

Não obstante o aumento da incidência e a gravidade desse tumor, a chance de cura hoje ultrapassa os 90% quando o diagnóstico é feito no estágio inicial da lesão, ou seja, antes do aparecimento de um nódulo – o popular caroço – perceptível pelo toque. A alta mortalidade associada ao câncer de mama se deve, na maioria dos casos, à sua detecção tardia.

Causas e Sintomas
Em geral o tumor cresce de forma silenciosa, sem sintoma clínico específico associado, principalmente nas fases iniciais, quando as lesões somente são encontradas por meio de métodos diagnósticos, como, por exemplo, as microcalcificações agrupadas que só são visíveis ao exame de mamografia. Este período apresenta a maior chance de cura.

Em fases mais avançadas, porém, o tumor costuma ser palpável e, muitas vezes, é detectado pela própria mulher ou em uma consulta ginecológica de rotina. Outros sinais clínicos que podem alertar a mulher incluem alterações no tamanho e na pele das mamas, que podem ficar com aspecto semelhante a uma casca de laranja, secreções sanguinolentas das aréolas e presença de caroços também nas axilas.

Como em muitos outros cânceres, a causa do tumor mamário ainda não está bem estabelecida. Existe uma associação entre predisposição genética e hábitos, como o aumento da exposição ao estrógeno, o hormônio que confere as características femininas. A mulher de hoje tem filhos mais tarde, em número menor que no passado, e não raramente entra na menopausa depois dos 50 anos, ficando mais tempo sob essa ação hormonal.

Além disso, outros fatores, como a história de tumor de mama ou de ovário, pessoal ou em parentes de primeiro grau – mãe e irmã –, presença de marcadores genéticos (BRCA 1 e 2), o consumo regular de álcool, ainda que em dose moderada e o próprio envelhecimento podem contribuir para o aparecimento da doença.

Exames e Diagnósticos
Os nódulos maiores podem ser identificados pelo exame físico numa consulta de rotina, mas os menores e as microcalcificações só aparecem em exames de imagem, como a mamografia, que nada mais é do que uma radiografia das mamas.

As características dos achados podem sugerir a classificação da lesão – benigna ou maligna –, mas essa informação obrigatoriamente precisa ser confirmada, antes da adoção de qualquer medida terapêutica, pela biópsia mamária, que consiste na coleta de material da área suspeita para análise.

Atualmente, existem recursos diagnósticos minimamente invasivos para essa investigação, como a punção aspirativa por agulha fina, a biópsia de fragmento e a mamotomia. Nos três métodos, são colhidas células e/ou fragmentos da lesão sob orientação da mamografia ou ultra-sonografia. Esses procedimentos são realizados ambulatorialmente e com anestesia local.

Tratamento e Prevenção
O tratamento depende do estágio da doença, do tipo de tumor e do estado geral da mulher. A cirurgia ainda é o método mais utilizado, mas, hoje em dia, não se adota mais a retirada total das mamas indistintamente. Para nódulos menores e sem comprometimento da axila, a cirurgia pode ser conservadora.

Os médicos geralmente combinam o procedimento a uma ou mais terapias para frear, de alguma forma, a disseminação da doença para outras regiões da mama ou outros órgãos. Entre as mais usadas estão a quimioterapia, que consiste na administração endovenosa de medicamentos para destruir essas células; a radioterapia, que aplica localmente radiação com a mesma finalidade; e a hormonioterapia, que bloqueia os hormônios femininos dificultando o crescimento das células tumorais.

Contra o câncer de mama, há pouco a fazer em termos de prevenção primária, até porque suas causas não estão bem esclarecidas. Ainda assim, a adoção de hábitos saudáveis sempre pode ajudar a reduzir o risco, como praticar atividade física, não ingerir bebidas alcoólicas com freqüência e controlar o peso, visto que a gordura é um local de depósito do estrógeno. Juntamente com tais cuidados, convém usar anticoncepcionais e terapia de reposição hormonal com parcimônia.

Na prática, contudo, o diagnóstico precoce ainda é a melhor arma disponível para reduzir a mortalidade por esse câncer. Afinal, quanto mais cedo se detecta o tumor, maior é a chance de tratá-lo com sucesso. Por essa razão, existe um consenso de que toda mulher, a partir dos 40 anos, deve se submeter anualmente a um exame clínico das mamas – realizado durante consulta a um ginecologista ou mastologista – e fazer mamografia.

O auto-exame periódico após a menstruação também é recomendável, por ser a chance de perceber alguma alteração mamária, principalmente nas pacientes mais jovens.

Fonte: Assessoria Médica Fleury.
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